Perdoar é difícil…

Testemunho da Isabel Marantes A propósito de um post recente que a Teresa escreveu com o título: “Amar os inimigos”, fiquei a pensar: Mas porque é que é tão difícil perdoar, mesmo os nossos amigos ou mesmo aqueles que vivem dentro da nossa própria casa? Às vezes até desculpar aquele que não fez de propósito, mas causou-nos danos, não é fácil ou, pelo menos, não o conseguimos fazer imediatamente…quanto mais amarmos os nossos inimigos… Penso que a grande resistência ao perdão começa no nosso orgulho, no acharmos que temos sempre razão e que conhecemos bem todas as circunstâncias e intenções(…)

Ler mais

Domingo de Ramos

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga DOIS OLHARES QUE SE CRUZAM COM JESUS Hossana! De ramos no ar, acolhemos o Cristo que vem montado num jumentinho, humilde e manso de Coração. Mas a festa não dura muito: em poucas linhas, numa vertigem crescente, as Escrituras atiram-nos para a tragédia mais terrível da História: matámos o Salvador! “Meu Deus, porque me abandonastes?” Grita Jesus, e gritamos nós, neste mundo entregue ao poder das trevas. É a hora da morte. E paradoxalmente, a hora da Vida… Sentados à mesa com(…)

Ler mais

Os mínimos e os máximos no amor

Como comentou há pouco uma nossa leitora de longa data, alguns posts são especificamente para católicos que querem caminhar na sua fé, não sendo portanto do agrado dos outros leitores. Este é um deles, e desde já peço desculpa aos leitores que por aqui passam por outros motivos por voltar a insistir no tema. Mas de facto, os comentários e os e-mails recebidos fizeram-me crer que preciso de escrever um bocadinho mais sobre isto. Falar de obrigação faz muita confusão nos nossos dias. Estamos acostumados a pensar em Deus como o amor infinito, a misericórdia mais bela. Estamos acostumados a(…)

Ler mais

O teu superior

“Mãe, esta funcionária tratou-me como uma princesa agora, diante de ti, mas outro dia, quando aqui vim sozinha e ela não me reconheceu como tua filha, não foi a mesma coisa, nem sequer parecido…” A Clarinha e eu acabávamos de sair da escola que ambas frequentamos – ela como aluna do 11º ano, eu como professora. “A sério?” Perguntei-lhe, admirada. “Costuma ser tão simpática comigo! Não imaginei que com os alunos não fosse assim também.” “Não, não é. Está sempre de mau humor. O que vale é que a grande maioria dos funcionários não é assim. Geralmente são muito nossos(…)

Ler mais

A insondável misericórdia do Senhor

Do Diário de Santa Faustina, nº 1605: Pediu-me Jesus: Escreve sobre a Minha Bondade o que te vier à mente. Respondi: Como, Senhor, e se eu escrever demais? Respondeu-me o Senhor: Minha filha, ainda que falasses ao mesmo tempo todas as línguas dos homens e dos anjos, mesmo assim não dirias demais, mas pelo contrário proclamarias apenas uma pequena parcela da Minha Bondade, da Minha insondável Misericórdia. De que estamos à espera para nos atirarmos, definitivamente, nos braços de Jesus? Ainda temos medo?!…

Ler mais