Os presentes dos Reis e os nossos presentes

Estamos quase no dia de Reis (amanhã já poderão ler e meditar o Ensinamento Mensal, precisamente sobre eles!). Na vizinha Espanha, só agora se trocam os presentes de Natal, à imitação dos Reis, que neste dia ofereceram ao Menino os seus presentes. É aliás a partir deste gesto simpático dos Magos que nasceu a nossa tradição de trocar prendas no dia de Natal. E que bela tradição! De regresso às aulas, faço com os meus alunos uma atividade de Speaking: em inglês, pergunto sobre as férias, as prendas, o dia de Natal. Chego à conclusão que quase todos os alunos(…)

Ler mais

Prendas (i)merecidas e as notas escolares

“Mãe, hoje quero rezar pela minha amiga. Ela só vai ter prendas de Natal se tiver boas notas a tudo. E eu sei que ela não consegue ter… Nunca vai tirar positiva a Matemática! Vamos rezar muito para que ela tenha prendas de Natal. E nós também lá podemos ir levar uma prenda, não achas? Assim, mesmo que a mãe não lhe dê nada, nós damos!” Descansei a Lúcia. Claro que iremos levar uma prenda de Natal à sua amiga. E a outros amiguinhos. Não vamos permitir que alguém fique sem receber um pequeno presente nesta época… Este pequeno diálogo(…)

Ler mais

O fim da história

Esta semana, o carteiro tocou à nossa campainha. Trazia uma encomenda para mim, que só posso abrir no dia de Natal: A autobiografia de Dorothy Day, The Long Loneliness. O Niall sabe que nenhuma prenda me dá maior alegria que as histórias dos santos, e por isso encomendou o livro pela internet com antecedência, para me dar este singelo prazer no dia de Natal. Quando o Niall chegou, apressei-me a dar-lhe a boa notícia: “Niall, chegou a minha prenda de Natal!” Ele sorriu: “Ainda bem que veio a tempo! Agora, nada de mexer!” Eu continuei a olhar para ele com(…)

Ler mais

Rankings, prendas de Natal e o mais importante

Sala de aula de inglês. Dia de entrega dos testes escritos. Vou caminhando por entre os alunos e entregando os testes, enquanto comento brevemente o desempenho de cada um. Um dos meninos, com doze anos, está particularmente triste e tem uma lágrima no olho. “Não é caso para tanto!” Digo-lhe. “76% é uma ótima nota. Às vezes, até os bons alunos falham, e não há nada de errado nisso. Para o próximo teste tenho a certeza de que chegas à nota máxima!” Ele encolhe os ombros e mantém o olhar triste e molhado. “A professora diz isso, mas quem vai(…)

Ler mais