Em Caná da Galileia…



O dom da Porta Santa

Falta menos de um mês para acabar o Ano Santo da Misericórdia. Quantas graças derramadas sobre a Terra e sobre cada um de nós neste ano, meu Deus! Ao longo de um breve ano, a Igreja deu muitos passos no caminho da Misericórdia, que é a essência de Deus. Abriram-se portas, estenderam-se mãos, rasgaram-se corações. Em Cracóvia, os jovens experimentaram o milagre da Misericórdia, enquanto um pouco por todo o lado, as famílias procuraram caminhos de reconciliação. Refletiu-se, meditou-se, rezou-se a Misericórdia. Redescobriu-se o dom do sacramento da reconciliação. Abriram-se as portas de muitas igrejas, até então sempre fechadas. O(…)

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Porta Santa em Mogofores

Ontem foi dia de peregrinação em Mogofores: os salesianos de todo o país vieram, e o Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora foi Porta Santa. Porta Santa! Que grande graça para a nossa comunidade, para os salesianos, para as Famílias de Caná! O dia foi divino, repartido em três partes: formação, oração, celebração. Tivemos oportunidade de escutar a Dra Maria Rita Scrimieri falar da Beata Alexandrina de Balasar e da sua ligação ao Santuário de Mogofores. Foi um momento riquíssimo de espiritualidade. Depois, também eu pude falar um bocadinho das Famílias de Caná e da sua ligação ao Santuário. Durante a(…)

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Próximos Eventos e famílias-cântaro

Diz a nossa Carta Fundacional que as Famílias de Caná assumem como sua a missão que Jesus confiou aos seus discípulos: “Ide, pois, às encruzilhadas dos caminhos e chamai para as bodas a quantos encontrardes.” (Mt 22, 9) O Papa Francisco, na Alegria do Evangelho nº86, fala em “pessoas-cântaro”, capazes de levar o Vinho Novo do Amor de Jesus a todas as periferias da vida e da sociedade, como Maria fez. E como Maria, também nós precisamos de sentir cá dentro a urgência da missão, essa urgência que não nos permite olhar para trás, preparar a bagagem, comprar duas túnicas,(…)

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Aleppo e eu

“Não há palavras para descrever o horror que se vive em Aleppo”, dizia o Niall à volta da mesa de jantar, quando nos reunimos para a nossa refeição familiar. “Daqui a uns anos, a nossa geração será julgada pelo seu esquecimento. Pela sua inatividade. Por não se lembrar. Aconteceu a mesma coisa no genocídio do Ruanda: só depois do conflito acabar é que a comunidade internacional interveio, simplesmente para declarar que o que tinha acontecido se chamava genocídio. Em Aleppo acontece novo genocídio, e de novo, a comunidade internacional intervirá no fim, para afirmar que sim, que foi um genocídio.”(…)

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Um copo de água

No início deste ano letivo, e no meio do caos que são sempre os tempos de adaptação a novas rotinas, horários e trabalhos, adotei um ritual muito especial, que vou partilhar convosco, nem que seja para vos fazer sorrir: quando me sinto mais irritada, nervosa ou inquieta, vou à cozinha, e bebo devagar um copo de água de um certo garrafão, que as crianças já sabem ser para mim… A ideia foi do Niall. Um dia, ao fazer as compras da semana, reparou nos garrafões de água do Gerês, e recordou-se de ter ouvido dizer, na pequena aldeia onde passámos(…)

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