Quando o mundo nos troca as voltas

Testemunho da Olívia Batista: Temos sempre um lugar onde regressar. Chama-se oração familiar. Hoje, queria partilhar convosco um pouco daquilo que, provavelmente aí em casa sentem também. Esta constante adaptação de rotinas que o mundo e as exigências do dia-a-dia nos trazem. Há duas semanas era de uma forma, na semana passada já foi diferente e na próxima voltará a mudar. Ainda não nos adaptámos e já estamos novamente a mudar. É preciso não desanimar. Recomeçar uma e outra vez, mais do que nunca sinto que assim que abro os olhos pela manhã bem cedo é preciso dar graças e(…)

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Com Jesus, em nossa casa

Testemunho da Olívia para estes dias que antecedem a Páscoa   Quem acompanhou no passado dia 27 a emissão do Vaticano, na bênção Urbi et Orbi certamente ficou, tal como eu, tocado pela imagem do Papa Francisco que caminhava praticamente sozinho, por isso lembrei-me de propor aqui em casa que vivamos esta semana Maior da vida da Igreja com Jesus. Em cada passo. No meio do nosso trabalho, do chamamento dos mais novos, dos jogos, da preparação das refeições, enquanto estendemos a roupa, enquanto arrumamos pela milésima vez os brinquedos espalhados pela casa. Nunca antes nos foi exigido que vivêssemos(…)

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A rotina dos dias sem rotina

Testemunho da Olivia Batista, escrito através do telemóvel, nos intervalos das tarefas e solicitações do dia e a prestações… É sábado, sobrevivemos à primeira semana de isolamento voluntário e agora obrigatório aqui na nossa casa, nesta pequena aldeia perdida no centro de Portugal. Para quem trabalha naquilo que gosta, como é o nosso caso, foi extremamente difícil reconhecer que devemos ficar em casa a cuidar dos nossos. Falava a Teresa em como era tão bom se quiséssemos o que Deus quer nesta quaresma… mas é tão difícil perceber o que Deus quer! Assim, temos sido abençoados com esta experiência (a(…)

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A alegria da Quaresma

testemunho e desafio de Olívia Batista   Durante a minha infância, juventude e início da idade adulta sempre associei o tempo da quaresma a um tempo de introspecção, silêncio e tristeza. Sim, tristeza. Tiram-se as flores da igreja, mudam-se os cânticos, deixamos de cantar o Aleluia, é preciso fazer sacrifícios, jejum, tudo muito, muito triste. É o caminho da Cruz. Um outro problema era decidir em que é que ia jejuar na quaresma… se chocolates, se televisão, tinha era de ser uma coisa de que eu gostasse muito para me “doer” na pele, uma tristeza, mais uma vez… e por(…)

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