Em Caná da Galileia...


E o vídeo está pronto

O ensinamento do nosso retiro quaresmal já está disponível no nosso canal do Youtube e aqui também. Agora é só encontrar um tempinho para o ver!

 

O Livro de Job é um dos mais belos contos sapientais da literatura universal. Assolado com toda a espécie de problemas, Job vai perdendo tudo – dos filhos à saúde – exceto a fé.

Se recebemos os bens da mão de Deus, não acei­tare­mos também os males? (Jb 2, 10)

Ao longo da História, foram muitos os santos que atualizaram na sua vida o conto de Job. Neste ensinamento, apresento-vos Cornélia Connelly (1809-1879), esposa, mãe e madre fundadora. Como Job, também Cornélia se dispôs a aceitar tudo das mãos de Deus, sabendo que

o único bem é Deus, o único mal é o pecado. Tudo o resto é relativo.

Quando, como Job, perdeu tudo o que amava, Cornélia recusou a amargura e cresceu em doçura. Quando a estrada por onde seguia foi cortada, Cornélia aprendeu a amar um caminho que não escolhera. Traída pela vida, manteve-se fiel a Deus. Querendo só o que Deus queria, Cornélia foi feliz.

É inspirado em Job e em Cornélia também o Ensinamento Mensal deste mês, aqui disponível na barra lateral esquerda. Já o leram? Meditem-no em família, para que as nossas caras irradiem sorrisos ao longo desta Quaresma! Possamos, como Job e Cornélia, aceitar com alegria a cruz que o Senhor nos quiser confiar! Ámen.

2 Comments

  1. Olá, Teresa

    Estive a ver o vídeo. Muito bom! Fez-me lembrar a história do padroeiro da Suíça, S. Nicolau de Flüe. Também ele, com o acordo da esposa Doroteia, deixou a família para ser ermita. E é muito venerado por terras helvéticas. Um dia destes escrevo um artigo sobre ele.😊
    Continuação de Santa Quaresma!
    Beijinhos

    • Olá Natércia! Quando o vosso pároco nos contou essa história chocante, aí na Suíça, contou também que há um movimento popular a pedir a canonização dessa pobre esposa. E eu acho muito bem 🙂 Não fiquei com muito boa impressão desse santo, ahah! É um pouco a história ao contrário desta, a canonização do que abandona a família, não do que é abandonado. Mas como é Deus quem nos dá o sinal de santidade numa canonização, tenho de acreditar que sim, que foi um grande santo. Talvez quando tu contes a história eu perceba melhor! Fico à espera!!! Bjs!

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