Atividades de evangelização

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O poder da confissão explicado a pequenos e grandes

A Rute deu a ideia, logo no início deste site, aqui. O João e a Isabel acharam o máximo, e como catequistas fantásticos, sempre à procura de novas formas de transmitir aos mais novos, decidiram pôr em prática…

Como podemos explicar às crianças o poder do sacramento da reconciliação? Usando uma reação ácido-base, funcionando quase como um truque de ilusionismo! Um copo cheio de lixívia, outro com tintura de iodo, um terceiro apenas com água, e temos matéria para uma bela sessão de catequese. Os mais novos adoraram!

O João e a Isabel são catequistas da Lúcia e da Sara. Eu explico: embora só tenha quatro anos, a Sara não perde uma sessão de catequese da Lúcia, acompanhando-a em todas as atividades. Segundo consta, porta-se muito bem na sala de catequese, entretida a fazer desenhos. Ah, quando a Isabel e o João distribuem rebuçados, a Sara também participa e consegue sempre juntar alguns 🙂  Mas não pensem que ela está distraída! Ao chegar a casa, a Sara conta-me tudo o que se passou na sessão. Nunca subestimemos a capacidade de compreensão dos pequeninos! Eles entendem muito mais do que os julgamos capazes, mesmo quando parecem distraídos! As Famílias de Caná sabem-no bem, e é por isso que insistem tanto na evangelização da família inteira. Quem sabe este “truque” não faz furor aí em casa também?

Chegou a quaresma. “Que fazeis?” Perguntava o anjo aos pastorinhos, distraídos na sua brincadeira. É hora de conversão. O tempo urge! Não nos detenhamos no caminho. Se ainda não purificámos o nosso coração, apressemo-nos e dirijamo-nos à igreja mais próxima. Depois, sem receio, abeiremo-nos do confessionário e acolhamos o perdão do Senhor. Ah, como Deus é bom! Diz a Escritura:

Ele é como o fogo do fundidor e a lixívia dos lavadeiros. E sentar-se-á Aquele que purifica. Ele purificará os filhos de Levi e os acrisolará como ouro e prata… (Ml 3, 2-3)

 

One Comment

  1. Esta é a mais profunda das verdades humanas, os nossos filhos absorvem o que somos, aquilo em que acreditamos e o modo como vivemos o que acreditamos.
    Mesmo quando, já adultos ou adolescentes, o negam ou rejeitam, no âmago estará sempre o que viveram… viver a nossa fé no dia-a-dia, falar, praticar, rir e chorar lembrando Jesus nos legendas do quotidiano é orar, acrescentar a família e caminhar!
    A família é mesmo a célula primordial da humanidade…

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