As tendas e a noite

No Acampamento de Caná, os nossos filhos descobriram que acampar é uma maravilha. Por coincidência – ou, como preferem alguns, por Deusciência – os textos bíblicos propostos ao longo do mês de agosto na Primeira Leitura da missa diária falavam de tendas e acampamentos. É muito bom viver ao ritmo da liturgia, e se acampar é a proposta da liturgia, então vamos a isso 🙂 (Leram o ensinamento mensal de agosto?) “Podemos voltar a acampar, mãe? Vá lá!” Pediam, dia após dia. Mas as férias este ano foram na Irlanda, para visitar a família, e o pai já não tem(…)

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E o Acampamento de Caná aconteceu!

Eu sei que tinha prometido o post para segunda-feira mas, no domingo, o Primeiro Acampamento de Caná não estava com pressa nenhuma em acabar, e já passava das seis da tarde quando chegámos a casa. E digo “primeiro” porque, no final, nas despedidas, a pergunta repetia-se: “Quando é o próximo?” Passei a segunda-feira a lavar, estender e passar roupa, no meio de enorme barafunda de tendas, sacos-cama, bicicletas e sapatilhas sujas, alguma rabugice de filhos (e pais) cansados e muitas horas de sono por recuperar. Enquanto me movimentava no meio de toda esta feliz confusão fui refletindo e imaginando o(…)

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Contagem decrescente…

Quase, quase o dia do Acampamento de Caná! Pensamos ser onze ou doze Famílias de Caná, prontíssimas para dois dias e duas noites no “Tabor” de Mogofores, aqui junto ao Canto de Caná, bem pertinho da Mãe que nos abençoa e guarda. Ah, como vai ser bom! Para acampar, são precisas tendas. O pai já tratou de as arranjar, bem simples e baratas, com tamanho suficiente para todos os Power & Companhia Lda. Montámo-las no jardim, para ver como funcionavam e quantos cabiam lá dentro, e foi com dificuldade que convencemos os Power mais novos a esperar mais uns dias(…)

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Acampamento de Caná

Senhor, como é bom estarmos aqui! Se quiseres, levantarei aqui três tendas… (Mt 17, 4) O Canto de Caná tornou-se num pequeno Tabor para as Famílias de Caná que por cá passaram no dia 3, e por cá continuam a passar de vez em quando. Rezar num pequeno alpendre atravessado pela brisa e ao som da música suave dos passarinhos é, verdadeiramente, uma graça e um dom inestimáveis. Quando, ao fim da tarde, por ali passamos, somos invadidos pelo desejo de ali permanecer. Como há dois mil anos atrás, geralmente o Senhor desafia-nos a não montar ali as nossas tendas:(…)

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