Domingo XXXIII do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga ARRISQUEMOS! “Vem tomar parte na alegria do teu senhor!” O ano litúrgico está a terminar. São horas de contemplar a eternidade, onde viveremos felizes para sempre. Não é a promessa de um conto de fadas, mas a Palavra do Senhor. Ámen! “Um homem, ao partir de viagem, chamou os seus servos e confiou-lhes os seus bens.” Quem é este homem, quem são estes servos, e de que viagem se trata? Pensamos em Deus Pai que, ao criar-nos, nos dotou de(…)

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Domingo XXX do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga NÓS COMPLICAMOS TUDO! Amar a Deus e ao próximo: “Nestes dois mandamentos se resumem toda a Lei e os Profetas.” Nós complicamos tanto tudo! “Ama, e faz o que quiseres”, dizia Santo Agostinho… Quando o Papa Francisco publicou a encíclica “Fratelli Tutti”, houve muita alegria entre crentes e não crentes, mas também, infelizmente, muitas vozes de crítica que se levantaram entre católicos.  Enquanto uns perguntavam – imagine-se! – como podemos chamar irmãos aos não batizados, outros questionavam se não havia,(…)

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Domingo XXIX do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga LIBERDADE E CONFIANÇA Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, eis a máxima do Senhor para vivermos na liberdade e confiança dos filhos de Deus. O povo judeu, exilado na Babilónia, viu a sua sorte mudar no dia em que Ciro foi ungido rei dos persas e medos, pôs fim ao império babilónico e deixou os estrangeiros regressar a casa. A tão aguardada libertação tornou-se possível, não através de um novo(…)

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Domingo XXVIII do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga O BANQUETE ESTÁ PREPARADO Domingo. O banquete está preparado, a festa está pronta. É hoje! Vinde às Bodas! Desde o início da História Sagrada, que o amor de Deus se exprimiu e celebrou através de refeições festivas. Na verdade, partilhar uma refeição com aqueles que nos são próximos ou queridos é, em qualquer cultura e em qualquer tempo histórico, um sinal de amor e predileção. Assim, a imagem de um banquete divino, consumado sobre o monte do Templo, acompanhou os(…)

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Domingo XXVII do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga VINHAS, VINHATEIROS E VINDIMAS Este domingo, o Senhor vai declarar-nos o Seu amor num dos mais belos cânticos de amor de toda a Bíblia: o cântico da vinha. Escutemos com emoção desperta, deixemos as palavras cair no nosso coração como em terra fértil, convertamo-nos. Amor só com amor se paga. “Vou cantar, em nome do meu amigo”, começa Isaías. Ser amigo do Senhor, que privilégio o do profeta – e que privilégio o nosso! “O meu amigo possuía uma vinha…”(…)

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Domingo XXVI do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga O SIM E O NÃO O que significa dizer “sim” a Deus? Hoje, a Palavra irá centrar-nos na honestidade das nossas palavras e atos, que tantas vezes estão em contradição. Lembrai-Vos, Senhor, da vossa misericórdia! O profeta Ezequiel fala ao povo de Deus no tempo do exílio babilónico. E hoje, fala-nos em plena pandemia e em plena crise. “A maneira de proceder do Senhor não é justa”, dizia o povo, dizemos nós. Quem nunca se zangou com Deus? Quem nunca(…)

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Domingo XXV do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga A MAIOR RECOMPENSA O Senhor está perto, mais perto de nós do que nós próprios. Não desviemos o nosso olhar! “Procurai o Senhor, enquanto se pode encontrar, invocai-O, enquanto está perto”, diz Isaías. A Palavra soa a urgência: há um limite temporal que não pode ser ultrapassado. Quanto dura este “enquanto” do Senhor? A resposta vem no Evangelho: o Senhor passa “muito cedo”, e de novo “a meia manhã”, “ao meio-dia”, “pelas três da tarde”, e ainda “ao cair da(…)

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Domingo XXIII do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga EXIGÊNCIA CONTRA O ERRO Neste domingo, o nosso olhar volta-se para o irmão, a fim de cumprirmos plenamente a lei do Senhor, “pois quem ama o próximo, cumpre a lei.” “Filho do homem, coloquei-te como sentinela na casa de Israel”, diz o Senhor a Ezequiel. De pé sobre as muralhas do castelo, as sentinelas vigiam, atentas, de dia e de noite, e nada lhes passa despercebido. Estaremos nós a viver esta missão de sentinelas sobre a “casa de Israel”, sobre(…)

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Domingo XXII do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga RENÚNCIA E SEDUÇÃO A cruz é a companhia de eleição do cristão. Preferir a cruz às atrações e aos elogios do mundo, eis o que distingue um verdadeiro crente! “Vós me seduzistes, Senhor, e eu deixei-me seduzir”, exclama Jeremias, numa oração profundamente emotiva. Sempre me questionei por que razão tantos cristãos, apesar de expostos à Palavra de Deus e se alimentarem com o Pão da Vida, não se sentem profundamente seduzidos por Jesus. Como é possível? Não é Ele o(…)

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Domingo XVIII do Tempo Comum, ano A

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga Nota: esta reflexão “irá de férias” e regressará no dia 28 de agosto TEREMOS NÓS VERDADEIRA SEDE? “Abris, Senhor, as Vossas mãos e saciais a nossa fome”, cantamos no salmo responsorial. O banquete está pronto. Celebremos a Eucaristia! O povo de Deus estava exilado na Babilónia. Uma segunda geração nascera e crescera em terra estrangeira, e aí estabelecera morada confortável. Como é fácil acomodarmo-nos! Sem guerras, fome ou perigo, o povo ambientara-se e não tinha desejo sincero de regressar a(…)

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