Infeção urgente

Tem treze anos. É uma menina simpática e bonita. Faz parte de uma das minhas turmas de oitavo ano. Há uns tempos, numa aula sobre “hobbies” e formas de ocupar os tempos livres em casa, ela disse no meio da turma, alto e bom som: “Na minha casa, eu geralmente limito-me a três frases: Bom dia! Boa noite! O que é o comer?” Pergunto-me se agora, nesta quarentena a que o coronavírus nos forçou, já dirá mais alguma frase. Será que agora já ri em conjunto com os pais? Partilharão o mesmo sentido de humor? Será que se olham nos(…)

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