Domingo XIV do Tempo Comum, ano C

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga SOMOS OS TRABALHADORES, NÃO A SEMENTE  “Naquele tempo, designou o Senhor setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois à sua frente…” A Alegria do Evangelho recorda-nos que somos “Igreja em Saída”, que somos missionários pelo simples facto de sermos cristãos. Não há outra maneira de viver a nossa fé senão anunciando-a aos que nos rodeiam, como diz o Papa: “Cada cristão é missionário na medida em que se encontrou com o amor de Deus em Cristo Jesus. Não(…)

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Domingo de Pentecostes

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras da missa do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga À ESPERA DO FOGO Pentecostes. Estamos há cinquenta dias à espera deste Fogo, que desce sobre nós como desceu sobre os Apóstolos e Maria reunidos. Sem Ele, não há Igreja, não há santidade, não há Vida. E porque Maria é a imagem mais perfeita da Igreja que acolhe o Espírito e se deixa encher de graça, amanhã invocá-la-emos como Mãe da Igreja. “Na tarde daquele dia, o primeiro…” O Evangelho de João transporta-nos, como o Génesis, para o início. Na(…)

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Solenidade da Ascensão, ano C

Reflexão semanal, escrita pela Teresa, sobre as leituras do domingo seguinte, publicada no jornal diocesano Correio do Vouga O NOSSO CORAÇÃO JÁ VIVE NO CÉU Quarenta dias depois de ressuscitar, Jesus subiu aos Céus. O salmo diz que foi “ao som da trombeta”. Será? Certamente que esta “trombeta” tocava muito pianinho! É que poucos se deram conta do que estava a acontecer. E hoje? Viveremos nós a alegria profunda desta especialíssima solenidade? Lucas termina o Evangelho e começa os Atos com a narrativa da Ascensão de Jesus. Este é, portanto, o ponto de viragem entre a missão de Jesus e(…)

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Nove anos, “dois a dois”

Testemunho da família Miranda Santos: Quando começámos a namorar, eu e a Sónia tínhamos já algum caminho percorrido de discernimento vocacional. Ambos fomos agraciados com experiências bastante enriquecedoras de oração e missão através das quais fomos abrindo os ouvidos ao Espírito para escutarmos o chamamento que Deus nos fazia. E embora de forma diferente, ambos sentimos atracção pela vida consagrada, mas para ambos o veredicto final foi de que a vontade de Deus era que nos dedicássemos à missão concreta da família. Assim, quando nos conhecemos já estávamos neste ponto em que sabíamos o caminho que queríamos seguir, só faltava(…)

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As nossas cavernas

Era uma caverna, eram treze jovens. Mas durante quinze dias, era o mundo inteiro, eram todos os nossos filhos. Na Rússia, o Mundial, com as suas equipas profissionais e bem treinadas, apelava a nacionalismos, entre lágrimas e risos. Na Tailândia, uma outra equipa de futebol, pobre e desconhecida, apelava à nossa solidariedade, entre lágrimas e, por fim, muitos risos sentidos. Foram quinze dias que nos fizeram sofrer. Acordar de manhã e os meninos a perguntar: “Já saiu alguém da gruta?” Chegar à praia, dar um mergulho e os meninos a perguntar: “E agora, mamã, vê na net se já saiu(…)

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