Começar por ser apenas um…

Testemunho do João e da  Marta Antunes: Como algumas vezes a Teresa tem referido (e bem), alguns de nós estão ausentes muitas vezes da partilha das Famílias de Caná, que para nosso bem poderia ser mais regular. Falo da partilha em presença ou em contacto e é da nossa família que vos quero falar hoje. A nossa Família de Caná é constituída por dois membros, eu e o meu marido João. E o facto de não termos filhos será provavelmente um dos motivos pelos quais possamos não fazer o esforço necessário a tornar mais frequente esta partilha. Assim, aqui estamos(…)

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Ainda a jangada – e todos vós

No último post, falei-vos das nossas férias em família e de uma série de questões que me atravessavam o pensamento na altura. Bem-hajam pelos vossos comentários tão sinceros e bonitos! É uma alegria, para nós, lermos nomes novos e receber palavras bonitas sobre todo este trabalho que, como “cordéis dobrados em três”, como jangadas na água, como irmãos que vivem unidos, vamos construindo. Eu sei que a semente vai germinando, sim. E é precisamente porque o sei, que vos pedia feedback, alguma partilha do que vão vivendo a partir do que por aqui vão lendo. Seria mera vaidade, pedir-vos esta(…)

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Os tempos do tempo

Testemunho da Olívia Batista Numa destas semanas lia um artigo em que uma senhora com cerca de 80 anos dizia que o grande problema das sociedades modernas é a falta de rotina. Argumentava ela que, num dia com vinte e quatro horas, devíamos dormir oito, trabalhar outras oito e ter como horário de lazer as restantes oito, e assim existia equilíbrio na vida das pessoas. Ao ler aquilo fiz a mim mesma a seguinte pergunta: “onde estão então as minhas oito horas de lazer?” Todos sabemos que a vida hoje é bem mais agitada do que algum dia foi, temos(…)

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“O teu nada”

Testemunho de Olívia Batista Baixa a tua cabeça e a minha surgirá Baixa a tua voz, e a minha se ouvirá O teu nada Me seduz! Por ti farei brilhar a Luz! (cântico famílias de Caná) Quando se fala em fazer “render” os dons que Deus nos dá, colocando-os ao serviço dos outros, a nossa maior tentação é pensar que na nossa pequenez nada temos que valha a pena. Muitas vezes olhamos para o lado e tendencialmente vamos comparando o que esta e aquela pessoa sabe fazer, como o faz; e olhamos ao espelho e o nosso “nada” apunhala-nos o coração.(…)

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A exigência da simplicidade

O meu primeiro contacto com o movimento Famílias de Caná foi através de um comentário de “uma” Teresa Power num post de um blogue familiar que eu seguia e onde se contava as peripécias de uma viagem atribulada em família e na maravilha que era viajar: Não é, realmente, preciso ir à Disneylândia – e nos tempos que vivemos, quantos portugueses se podem dar ao luxo de viajar para fora do país? Umas mini-férias de carnaval com seis crianças meio engripadas em casa, a chover lá fora, muitas histórias para contar, muitas batalhas de índios e cowboys para gerir, muitos(…)

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