Comunhão

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A Família de Caná procura viver a alegria das “Bodas do Cordeiro” (Ap 19, 9), da “Nova Aliança” (Lc 22, 20), no concreto das suas vidas, construindo a comunhão entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos entre si, a família e a Igreja, cada um de nós e Jesus. Várias vezes por dia, para aprofundar este mistério de comunhão, a Família de Caná reza esta curta oração: “Nós, Jesus!”.

tanque 7Inserimo-nos assim no grande mistério da nossa fé, a que chamamos “a comunhão dos santos”, e que nos permite participar com os nossos pequenos esforços e sacrifícios na obra da Salvação de Jesus, segundo a Palavra de S. Paulo:

“Alegro-me nos sofrimentos que suporto por vós e completo na minha carne o que falta às tribulações de Cristo, pelo seu Corpo, que é a Igreja.” (Cl 1, 24)

Cada pequeno sofrimento é uma gota de água lançada no cálice do Sangue de Jesus, como nos revela o mistério da Eucaristia, e como pré-anunciou o milagre de Caná.

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