Mãe da Igreja

Estando Nossa Senhora unida, da forma mais íntima possível, a Jesus desde o início da Sua encarnação, não podia deixar de estar precocemente presente também na Sua ressurreição! A morte e ressurreição de Jesus é também um passo transformador na maternidade Divina de Maria. Por isso ela está lá desde o primeiro momento, e está respeitando a sua essencia materna. Assim este ensinamento mensal leva-nos a contemplar esta ligação íntima e a viver esta Páscoa também com Maria.

O lava-pés

Começamos o tempo Pascal, que se liga diretamente ao que vivemos antes, a Quaresma e a Semana Santa. O tríduo Pascal faz a ponte que atravessa este mistério e leva-nos de um lado ao outro, do sacrifício e da morte à glória e ressurreição. Neste “ponte” há um momento, um gesto, um símbolo que liga muito bem tudo isto. Um símbolo do amor, total, verdadeiro, genuíno. Não passamos à vida nova sem o passo da entrega, do rebaixamento. Que este gesto nos conduza e nos leve a passar para o outro lado, o lado que o amor manifesta e revela. Boa Páscoa!

A Palavra, a chuva e a neve

No ensinamento mensal de março olhamos para as manifestações da presença de Deus, ou das circunstâncias que Deus permite, com um olhar aberto e confiante. É a própria cruz que nos dá esta confiança porque sabemos bem a porta que ela abriu. É pois este caminho que somos estimulados a percorrer, da dor à consolação, passando por ele com aceitação e entrega, e consequente proveito espiritual.

O curso do deserto

Este ensinamento mensal convida a olhar para os vários episódios da história do Rei David e entender o que ela tem de exemplar para a nossa própria história, para a nossa vivência e enquadramento em tudo o que vamos passando no nosso tempo de vida. Que saibamos aprender com o exemplo de David, de forma simples e corriqueira, a prepararmo-nos para o reinado para o qual Deus nos escolheu.

Emanuel

O que significa o nome Emanuel? Significa Deus connosco, bem o sabemos. Mas o que significa hoje, neste ano 2026, Deus estar connosco? Onde é que Ele está connosco para que o posssamos encontrar? Onde é que Ele está connosco e nós nem damos conta? Concerteza fizemos o nosso presépio, mas é lá que Ele está? Será só uma imagem? É meramente simbólica esta presença de Deus?

Esperando contra toda a esperança

Já estamos a viver o tempo do ano em que é preciso dar tempo ao tempo, não apressar, nem deixar-se apressar pela pressa que se impõe à nossa volta. Este ensinamento convida a aproveitar este tempo, e a aproveitá-lo para viver num modo de vida em que há tempo para o antes e não apenas para o depois. Que cada um consiga dar os passos ordeiramente sem tropeçar, e, especialmente neste tempo do advento, aproveitar de cada pequeno compasso.

Relíquias

A santidade não é uma coisa abstrata nem meramente espiritual, a santidade é feita de coisas palpáveis, de ações, de repetições, de quotidiano que é vivido e aplicado. Este ensinamento mensal conduz-nos a dar relevo às coisas concretas que são suporte e representam a vivência da santidade. E a dar relevo também às nossas tarefas e rotinas como caminho e construtoras da santidade que queremos alcançar.

9º Acampamento Famílias Caná – 1, 2 e 3 de agosto 2025

Acampar rima com natureza, liberdade, amigos, sorrisos, noites mal dormidas e tempo… Nas Famílias de Caná, rima ainda com presença de Deus, oração e ensinamentos, patins e bicicletas, bolas e banquetes, grandes banquetes! Foi assim que no passado fim de semana, 1, 2 e 3 de agosto se juntaram, no …

A Liturgia da Igreja Doméstica

Por vezes a nossa vida, e particularmente o dia a dia, parecem mais difíceis ou exigentes talvez por não os enquadrarmos adequadamente no “bolo” completo do que é a nossa vida, conforme Deus quer que a vivamos, com um todo. Este ensinamento mensal vem ajudar-nos a enquadrar a nossa vida quotidiana, com todos as suas obrigações e rotinas, que se tornam o centro dos nossos dias, no outro centro que é, aparentemente, menos presente, mas que é o verdadeiro “cume e centro” de toda a nossa vida.

Aqui estamos

“Aquele que envia a luz e ela parte, que a chama de volta a ela, tremendo, obedece. Brilham em seus postos as estrelas, palpitantes de alegria: ele as chama e elas respondem: ‘Aqui estamos!’ Cintilando com alegria para aquele que as fez.” Baruc 3, 33-35 O regresso à rotina Setembro …