Amados, escolhidos, enviados
Em Balasar, houve um momento que me emocionou, e as lágrimas brilharam-me nos olhos. Estávamos em casa de Alexandrina, onde uma simpática rapariga, ali voluntária, nos explicava bocadinhos da história desta grande santa. “É verdade que Alexandrina não tinha pai?” Perguntei a dada altura. “Não. Alexandrina tinha pai. Todos sabiam …