A Palavra da Semana

Testemunho da Olívia Batista: Com o fim do tempo de férias vemos muitas vezes renovada a vontade de fazer as coisas de forma diferente, implementar novas rotinas ou reavivar algumas actividades que entretanto se perderam algures entre a primavera e o verão! Viver ao ritmo do ano escolar leva-nos muitas vezes a “fazer férias” até das coisas mais simples como a catequese familiar que, por ser familiar, nunca deveria ter férias… e é por isso que estamos a preparar-nos para viver ao ritmo do ano litúrgico com mais afinco, não somente nos tempos “fortes” como o Advento, Natal, Quaresma e(…)

Ler mais

O bilhete

Testemunho da Olívia Batista: Durante a homilia deste domingo, o nosso pároco usou uma imagem muito interessante acerca desta nossa viagem neste mundo; depois de ter falado um pouco sobre a riqueza e a pobreza e de dizer que “existem pessoas tão pobres, tão pobres que só têm dinheiro, não têm mais nada”, fez-nos reflectir sobre a nossa vida e sobre a forma como a vivemos e sobre o que andamos aqui a amealhar…   Disse-nos também que desde o início da nossa conceção Deus oferece-nos um “bilhete”, ainda em branco, sem destino, sem hora de partida. A hora, essa(…)

Ler mais

Os tempos do tempo

Testemunho da Olívia Batista Numa destas semanas lia um artigo em que uma senhora com cerca de 80 anos dizia que o grande problema das sociedades modernas é a falta de rotina. Argumentava ela que, num dia com vinte e quatro horas, devíamos dormir oito, trabalhar outras oito e ter como horário de lazer as restantes oito, e assim existia equilíbrio na vida das pessoas. Ao ler aquilo fiz a mim mesma a seguinte pergunta: “onde estão então as minhas oito horas de lazer?” Todos sabemos que a vida hoje é bem mais agitada do que algum dia foi, temos(…)

Ler mais

“O teu nada”

Testemunho de Olívia Batista Baixa a tua cabeça e a minha surgirá Baixa a tua voz, e a minha se ouvirá O teu nada Me seduz! Por ti farei brilhar a Luz! (cântico famílias de Caná) Quando se fala em fazer “render” os dons que Deus nos dá, colocando-os ao serviço dos outros, a nossa maior tentação é pensar que na nossa pequenez nada temos que valha a pena. Muitas vezes olhamos para o lado e tendencialmente vamos comparando o que esta e aquela pessoa sabe fazer, como o faz; e olhamos ao espelho e o nosso “nada” apunhala-nos o coração.(…)

Ler mais

A exigência da simplicidade

O meu primeiro contacto com o movimento Famílias de Caná foi através de um comentário de “uma” Teresa Power num post de um blogue familiar que eu seguia e onde se contava as peripécias de uma viagem atribulada em família e na maravilha que era viajar: Não é, realmente, preciso ir à Disneylândia – e nos tempos que vivemos, quantos portugueses se podem dar ao luxo de viajar para fora do país? Umas mini-férias de carnaval com seis crianças meio engripadas em casa, a chover lá fora, muitas histórias para contar, muitas batalhas de índios e cowboys para gerir, muitos(…)

Ler mais